Pedalando e andando - Parte 2

by Rafael Amorim 20. novembro 2011 19:14

Olá

 

   Hoje é dia 20/11 e já estou no 34o dia da aposta. Alguém vai perder essa. E estou indo bem, para quem não fazia exercicios por mais de 10 dias seguidos nos ultimos 15 anos :-)

   Me perguntaram se emagreci alguma coisa. Sinceramente não notei. E se emagreci por um lado o corpo compensou por outro reforçando a musculatura e a balança disse que continuo na casa dos 124 kg. Tenho mudado a alimentação? Não, mas tenho colocado lanches no meio do periodo, o que acaba fazendo que não tenha tanta fome nas refeições "grandes" (a não ser nos dias que estive fora, comendo pizza na janta). Nestes dias que estive fora tive 2 problemas. Um foi uma dor no tornozelo e a outra foi não estar com a bicicleta. O primeiro foi resolvido com uma ligação para a farmacia e o segundo foi resolvido de forma acidental. O hotel que fiquei fica a uma distancia razoável do local do curso. Então a caminhada valeu como dia pedalado :-)

   É isso. Quando chegar ao 60 dia coloco alguma novidade por aqui. 

 

Abraços!

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Download gratuito do ebook Scrum e XP direto das trincheiras

by Rafael Amorim 10. novembro 2011 15:12

Olá

No site http://www.scrum.org.br/novidades/scrum-e-xp-direto-das-trincheiras-portugues é possível fazer o download do ebook Scrum e XP direto das trincheiras em portugues.

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Abertas as inscrições para Mestrado em Ciência da Computação na UFPEL

by Rafael Amorim 1. novembro 2011 14:42

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo 2012/1 do Mestrado em Ciência da Computação do PPGC-UFPel. As inscrições devem ser feitas até o dia 07 de Dezembro de 2011, seguindo instruções disponibilizadas no edital. Confira os documentos relevantes abaixo.

O curso de Mestrado em Computação conta com 18 pesquisadores doutores, atuando em quatro linhas de pesquisa: Fundamentos de Computação, Processamento Paralelo e Distribuído, Sistemas Digitais e Embarcados e Sistemas Inteligentes. Localizado na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, Brasil, o Mestrado oferece completa infra-estrutura de pesquisa e conta com professores e orientadores conceituados nas suas áreas e com ampla experiência no ensino e pesquisa.

Fonte: PPGC-UFPel

 

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Pedalando e andando - Parte 1

by Rafael Amorim 11. outubro 2011 22:43

A Cássia está certa em brigar comigo para comer menos e tentar ter uma vida saudável, mas não é fácil. E os culpados são tantos... Carregar quase 130 kg não é mole. Já to me sentindo na idade do condor :-)

Construiram uma ciclovia a duas quadras de casa. E eu, boca grande, disse que se tivesse uma bicicleta, iria para o trabalho todo dia. A Cássia, num acesso de riso disse que pagava pra ver. E eu topei. Aposta feita, a ser cumprida quando tivesse a tal da bicicleta. Contei para o Tulon, que mui amigo me emprestou a bicicleta dele, que estava parada. Agora não tinha mais saida. Ou pedala ou perde a aposta.

Vou contar aqui o andamento da coisa. Assim fico com um registro para provar que não pulei nenhum dia. As regras (devidamente acordadas) são:

  • Duração de 90 dias.
  • Ida da manhã e volta a tarde contam 1 dia (meio dia transporte é o carro já que o sol é forte e o horário é curto);
  • Dia de chuva é dia de chuva :-) Não conta;
  • Fim de semana/feriado. 30 minutos de atividade fisica contam 1 dia;
  • Se esqueci de alguma regra, coloco depois aqui;

Dia -1 (28/09/2011)

Depois de preparar a bicicleta, dei uma volta. Pedalada noturna. Não me senti tão mal assim (uns 13 anos sem pedalar). Quase cai, quando a lingua quase enrolou na roda da frente...hehehe. Fui de casa até a unipampa e voltei. Tempo: 20 minutos na bicicleta, 20 empurrando ela.

 

Dia 0 (02/10/2011)

Até esse dia, tinha espectativa de ir-e-voltar meio dia. O sol estava forte, cansei na segunda quadra. Mas segui firme. Fui até a unipampa e voltei. Tempo pedalando/caminhando: 30 minutos. 

 

Dia 1 (03/10/2011)

Amanheceu um dia frio. Botei uma jaqueta, boné, peguei a mochila e me fui. Cansei na esquina de casa. Pensei em voltar e desistir. Mas sou brasileiro e não desisto nunca. Fui indo. Se eu estivesse indo de F1, não tinha trocado tanto de marcha quanto troquei na bike. Levei 20 minutos pra chegar no campus. Depois de "estacionar" a bicicleta, fui pra cozinha do campus para me recompor. A dor de cabeça me deixou assustado. Depois passou. Acho que foi o frio.

De tarde, o clima estava mais agradável e a volta foi "tranquila". 

Tempo de bike no dia: 40 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

 

Dia 2 (04/10/2011)

O frio continuou. E nesse dia me abriguei mais. De novo cansei na esquina de casa, mas não cheguei tão mal assim no campus. A volta também foi tranquila.

Tempo de bike no dia: 35 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

 

Dia 3 (05/10/2011)

Conversando com a Cássia no dia 04, concordamos que deveria misturar pedalada + caminhada. Ai nesse dia tive a "jenial" idéia de vir ao meio dia para casa caminhando. Só que esqueci que no fim da tarde tinha que voltar para casa de bicicleta. Me detonei TODO. As 14hs não tinha força para caminhar dentro da minha sala...

A parte boa é que tive uma melhora na resistência física. Agora já canso na SEGUNDA esquina...hehe.

Tempo de bike no dia: 45 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

Tempo caminhando: 35 minutos

A jornada continua...

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Formulas matemáticas para um design perfeito

by Rafael Amorim 11. outubro 2011 22:34

No site design.blog, achei esse post interessante sobre design. Coloco aqui uma introdução sobre o mesmo, e o link para a matéria na integra.

"Quando entrei pro mundo do design, achei que matemática não iria fazer parte do currículo – algo fantástico pra quem tem dificuldade com as contas mais básicas. Nunca estive tão enganado.

Matemática é tão importante no design quanto o sangue é pro corpo humano. E é graças a ela (a matemática, não o sangue) que o design existe em primeiro lugar. Sem matemática, não teríamos o círculo cromático, proporção áurea, regra dos terços, etc. E foi pensando nisso que decidi escrever este artigo, pra mostrar como a ciência exata é intimamente ligada ao design."

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Feliz dia dos pais!

by Rafael Amorim 12. agosto 2011 20:22

 

 

 

“O amor de mãe é sublime, divino” e tantas outras coisas mais, dizem alguns poetas. E o amor de pai, seria menor? Não. São amores diferentes, com expressões diferentes em tempos e lugares diferentes. Claro que há homens que nem os alimentos asseguram aos filhos. Mas há, também, mães que apagam cigarros nos bracinhos dos filhos.

“Meu pai não me amava, não me dava carinho”, disse-me, uma vez, uma aluna. Ora, ela confundiu as coisas. E se, para ele, amar significasse não dar carinho? “Não dá muito carinho para teus filhos, para não estragar. Carinho é coisa de mulher, de mãe. Pai tem que dar dinheiro e educação”, pensavam, num passado não tão distante, alguns pais.

“Eu até que gostaria de ter abraçado meus filhos, mas fui educado a pensar que isso poderia lhes fazer mal”, disse-me um pai da velha guarda. Educação, para tais pais, significava preparar os filhos para o rigor da vida, para os conflitos tipicamente extradomésticos. “Carinho amolece a alma, não faz bem”, pensavam alguns. Em suma, era como entendiam o amor. Não davam carinho porque amavam, porque compreendiam o amor como educação ao rigor.

As coisas mudaram a partir da chegada das mulheres no trabalho extradoméstico, quando elas começaram a fazer coisa de homem. Mulheres fazendo coisas de homem; e homens que começam a fazer coisas de mulher: lavar louça, cozinhar e dar carinho aos filhos. Democratização das tarefas domésticas e extradomésticas. Nova compreensão dos papeis desempenhados por pais e mães no teatro da vida contemporânea.

Assim, hoje, quando há uma separação conjugal, os filhos não necessariamente ficam com as mães. “Eu cuidei com dedicação, não aceito que me digam que só posso ver meu filho uma vez por semana”, reclamam, com razão, os pais presentes na vida dos filhos, vitimados, agora, por aquelas rancorosas ex-esposas que usam os filhos para se vingarem dos ex-maridos. Claro que há muitos homens ausentes, repito, que nem os alimentos asseguram aos filhos. Bem, eles não sabem o que estão perdendo. Uma pena, perda muito mais para eles do que para seus filhos. Mas, no caso dos pais presentes, a avaliação deveria ser diferente.

Quando eu casei, não morria de vontade de ter filhos. Gostava da minha vida a dois, com minha esposa. Na praia, eu via, horrorizado, aqueles pais que corriam de lá para cá, tirando baganas de cigarro da boca de seus sorridentes nenês, que engatinhavam pela areia comendo de tudo. Minha esposa, ao contrário, queria porque queria ser mãe. Bem, por causa dela, aceitei o que para mim significava o sacrifício do meu eu por uma causa maior.

Ainda bem que mudei de ideia. Nossas filhas são a melhor experiência que já tive em toda a minha vida. “A paternidade é sublime, divina”, digo eu, hoje. “Olha”, falei para a minha esposa, “tu também deve dizer não, para que elas não cresçam com a ideia de que eu sou o que diz não e tu a que diz sim”. Em suma, compartilhamos o lado doce e o lado rigoroso da educação, do amor que cuida.

Quanto ao carinho, não tenho escrúpulos. Abraço e beijo nossas filhas várias vezes por dia. Vai ver que é por isso que, quando faço uma cara feia, elas logo, logo me entendem. Em suma, o rigor bom exige carinho, afeto como pressuposto obrigatório do amor.

A maternidade é linda, maravilhosa, mas a nossa experiência de paternidade também não é pouca coisa não.
Feliz dia dos pais!

 

 Fonte: Blog do Fábio Bento

 

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Olá, eu sou o Windows 3.11, muito prazer.

by Rafael Amorim 4. agosto 2011 21:24

Por André Machado

É previsível, mas preocupante, que as novas gerações de usuários de computador e de Internet desconheçam os primórdios dessa ciência que nos trás grandes progressos a cada dia. Em especial, aqueles que tiveram seu primeiro contato com a Informática através do Windows 95 ou XP perderam uma grande parte da história, relembrada com orgulho por alguns e odiada por outros. Quando vamos falar do passado da Informática, o Windows 3.11 é um assunto praticamente obrigatório. Mesmo sendo um ávido usuário de software livre, eu passei grande parte de minha adolescência usando esse sistema e, portanto, tenho um carinho especial pelo mesmo. Após ler esse pequeno artigo, você, usuário dos dias atuais, verá que nem sempre as coisas foram como são hoje e descobrirá como era a Informática em uma época em que a Internet comercial estava dando seus primeiros passos e o Google nem sonhava em nascer. Será que ainda existem vestígios desse sistema nas versões atuais do Windows? É o que vamos descobrir.

Foi a partir da versão 3 do Windows que esse sistema começou a se tornar extremamente popular até chegar onde está hoje, afinal, nas versões 1 e 2, ele era apenas uma interface gráfica para o MS-DOS, sistema que dominou a computação pessoal na década de 80 e não apresentava qualquer vantagem ou diferencial em relação às demais interfaces existentes. Mas a partir da versão 3.0, lançada em 1991, o sistema começou a ganhar destaque principalmente graças ao seu suporte aos famosos "kits multimídia", compostos de drive de CD-ROM, placa de som e caixas acústicas, que se tornaram a febre na Informática antes do surgimento da Internet. Já o Windows para Workgroups 3.11, lançado em 1993, dava ao sistema suporte a redes de computador e iniciava a penetração do mesmo no mercado corporativo, que era dominado por fabricantes como Novell e LANtastic, embora fosse somente a partir do desenvolvimento do Windows NT que a solução da empresa começasse a ser seriamente considerada nesse nicho.

Aqui no Brasil, o motivo do sucesso foi outro. Pela época do lançamento das versões 3.x, nós estávamos saindo da famosa reserva de mercado, uma barreira comercial criada pela ditadura militar que proibia a importação de softwares e de computadores importados com o objetivo de fortalecer a indústria nacional (em especial, órgãos públicos apenas podiam usar computadores fabricados no país). Como as máquinas nacionais, naquela época, eram em sua maioria baseados em processadores 8088 ou similares, com os sistemas operacionais sendo cópias do MS-DOS "adaptadas" pelos fabricantes locais, bem como vários aplicativos famosos vendidos por aqui, acredito que pouca gente, para não dizer ninguém, viu as versões 1 e 2 do Windows e o primeiro contato com computadores de qualidade se deu através dos 386 e 486 que vinham equipados com a nova versão do sistema.

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Geral | Windows

Tour pelos servidores do google

by Rafael Amorim 7. dezembro 2010 10:42

Essa noticia circulou a internet em abril, mas como muita gente ainda não viu, aqui vai:

O Google apresentou esta semana um “tour” mostrando como é e como são os seus servidores. É simplesmente impressionante a estrutura grandiosa, monstruosa e dinamicamente gigantesca dos servidores do Google.

Agora abaixo você vai poder ver como é por dentro de um “pc servidor” da empresa. A placa mãe fabricada pela Gygabyte tem 2 processadores 2 HD´s e 8 pentes de memória.

É simplesmente impressionante, os servidores são montados dentro de containers (sim os mesmos usados em navios de transporte).

FONTE: Tecnopot

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Geral | Hardware | Instituto Livramento

Escolha dois: bom/rápido/barato/logo

by Rafael Amorim 16. setembro 2010 20:15

O que você diria, então, quando um diretor de uma empresa diz que não vai dar treinamento algum para uma equipe porque é caro. Não vai contratar profissionais experientes nas tecnologias porque é caro. Tem um projeto difícil pela frente e demanda performance superior ao concorrente e com qualidade absoluta, ou seja, totalmente livre de bugs.

Loucura? Certamente, mas nunca uma área atraiu tantos loucos e idiotas como tecnologia.

Para saber mais, clique aqui.

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Geral | Programação

Conselhos do Steve Jobs

by Rafael Amorim 16. setembro 2010 19:37

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Geral

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